Consultorias

  • ÁgilisRH

    O workshop “Empregabilidade das Pessoas com Necessidades Específicas”, promovido pela ÁgilisRH e voltado para empresários, gestores e profissionais de RH, contou com a participação de Manuel Aguiar como coordenador e instrutor.

     

  • Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe)

    Na instituição, Manuel Aguiar prestou o serviço de assessoria e consultoria técnica para o desenvolvimento e implantação do programa “Diversidade Humana”, com foco nas pessoas com necessidades específicas.

  • Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf)

    Coordenou o Comitê de Acessibilidade e Inclusão e o Programa Acessibilidade: Estratégia para Inclusão; ferramentas direcionadas para a preparação da empresa na contratação e convivência com o profissional com necessidades específicas

  • Empresa Metropolitana e Rodoviária Caxangá

    Manuel Aguiar ministrou o treinamento “Conheça e Vivencie as Diferenças” para a equipe de operação, supervisores, técnicos de RH, motoristas e cobradores das empresas Metropolitana e Rodoviária Caxangá, dentro da programação do Módulo Complementar ao Programa de Atendimento Nota 10.

  • Fundação Chesf de Assistência e Seguridade Social (Fachesf)

    Atuou como consultor técnico na elaboração e implementação do “Programa de Valorização à Diversidade Humana”, com o objetivo de preparar a fundação para contratação e inter-relacionamento com o profissional com necessidades específicas.

  • Número de pessoas com deficiência em sala de aula aumenta, mas não é o suficiente

    Dados coletados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), mostram que hoje existem 750.983 estudantes com algum tipo de deficiência convivendo com os demais alunos nas escolas de todo o Brasil. O número é 6,5 vezes maior que o apurado em 2005. Segundo Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, esses resultados são reflexos de uma maior conscientização da população sobre o assunto, aliada as políticas públicas dos últimos anos, e são o começo de um longo caminho.

    Outro fator que contribui para esse aumento, foi a Lei Brasileira da Pessoa com Deficiência (ou Estatuto da Pessoa com Deficiência), aprovada em 2015. A lei tem como objetivo assegurar e promover, em condições iguais, o exercício dos direitos e liberdades da pessoa com deficiência, visando essa inclusão social e cidadã.  Por isso, ela proíbe a cobrança de valores adicionais nas matrículas e mensalidades por parte das escolas particulares em casos de alunos com deficiência. “São números significativos, mas há muito trabalho a ser feito, não só por parte das escolas e da comunidade, mas também dos governantes. É necessário que continuem investindo em políticas públicas, conscientização e estrutura, para que essas pessoas tenham   acesso à educação igual aos demais”, comenta.

    Apesar das boas notícias, Ana Regina alerta para as dificuldades da inclusão efetiva nas escolas, como a falta de capacitação por parte do corpo docente, que em sua grande maioria não está preparado para receber pessoas com deficiência. E a falta de conhecimento sobre as características das deficiências por parte dos alunos e do meio em geral, que também dificultam esse processo. “Como eu disse, estamos caminhando, mas precisamos melhorar em muitos aspectos. Quanto as escolas é fundamental que haja uma capacitação dos professores para atender esse aluno. E quanto aos alunos, é necessário que haja uma explicação, uma conscientização da turma sobre aquela deficiência, para que eles possam incluir aquela criança da melhor forma possível”, finaliza a especialista.

    Infraestrutura

    Apesar do aumento no número de matrícula de pessoas com deficiências em escolas de todo o país, o levantamento aponta que apenas 26% das escolas públicas são acessíveis, nas escolas particulares esse número sobre um pouco mais, 35%. O número é significativo, já que em 2011 ele era de 11%, mas segundo a psicopedagoga está longe de ser o ideal e muito precisa ser feito. “Hoje existem algumas políticas públicas e um trabalho maior de conscientização das pessoas em relação ao tema, isso tem ajudado nessas mudanças, mas infelizmente não é o suficiente”, esclarece.

    Fonte: O Nortão

  • Prefeitura de Gravatá

    Manuel Aguiar foi idealizador, coordenador e instrutor do seminário “Acessibilidade, caminho para a inclusão”, promovido pela Prefeitura de Gravatá e voltado para a sociedade civil e representantes de instituições públicas, privadas e não governamentais do município pernambucano.

  • Setur/Empetur

    Manuel Aguiar foi consultor e responsável pela capacitação de gestores e dos monitores do projeto “Praia sem Barreiras” em Recife, Olinda, Porto de Galinhas e Fernando de Noronha. Atuou como idealizador e instrutor das oficinas “Convivendo com as diferenças e suas singularidades” e da cartilha “Dicas para uma convivência descontraída”, voltada para hotéis, restaurantes e bares do Recife, Olinda e Porto de Galinhas. Realizou também consultoria técnica para a Empetur visando o diagnóstico de rota acessível até o Centro de Convenções.

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