Consultorias

  • ÁgilisRH

    O workshop “Empregabilidade das Pessoas com Necessidades Específicas”, promovido pela ÁgilisRH e voltado para empresários, gestores e profissionais de RH, contou com a participação de Manuel Aguiar como coordenador e instrutor.

     

  • Assembleia debate acessibilidade cultural para pessoas com deficiência

     Além das barreiras físicas no trajeto, a pessoa com deficiência enfrenta ainda falta de acessibilidade para apreciar um evento cultural. Interpretação de libras e audiodescrição não são oferecidas em todos os eventos realizados no Estado. Ações para garantia da acessibilidade cultural foram debatidas na Frente Parlamentar em Defesa da Pessoa com Deficiência na última quinta (8), com a participação de produtores, gestores e representantes da sociedade civil.

    Coordenadora da Frente, a deputada Terezinha Nunes (PSDB) pontuou que “não faltam leis, falta atitude”. “A posição do colegiado hoje foi de debater, esclarecer e ajudar na promoção de linguagens que atendam a todos nos eventos culturais. Foi importante juntar os envolvidos para promover um diálogo com o objetivo de facilitar o cumprimento da lei”, declarou. A relatora da frente, Laura Gomes (PSB), também se posicionou nesse sentido: “Temos a lei, agora precisamos mudar as atitudes”. Durante a reunião, dificuldades e ideias foram expostas pelos participantes.

    Chamando atenção para o número de pessoas com deficiência no Brasil – quase um terço da população -, a produtora Carla Bensoussan, da Agência Lead, defendeu que o custo não pode impedir a acessibilidade. “Caro é um evento em que uma pessoa sai frustrada porque não pode usufruir”. Também contou que algumas empresas que a contratam têm a preocupação de cumprir a lei, e que é preciso ampliar esse entendimento.

    Assim como Carla, a também produtora, Ana Lins, da Carvalheira, declarou que a empresa está disposta a promover eventos acessíveis. “A questão da acessibilidade também é vista como prioritária para nós. Hoje, ouvi várias ideias que vou levar para a Carvalheira e debatermos como colocar em prática”, afirmou.

    Gerente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Márcia Chamixaes anunciou a compra de equipamento de audiodescrição para audiovisual. Também do órgão, André Brasileiro elencou ações para a promoção da acessibilidade que têm sido implementadas na cultura em Pernambuco, mas avaliou que “ainda há muito a ser feito”. Como exemplos de eventos realizados sob essa perspectiva, citou o Festival de Inverno de Garanhuns e a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.

    A cantora Marília Mendonça narrou as dificuldades que tem em relação à falta de acessibilidade em espaços culturais e eventos. Sobre a Paixão de Cristo, por exemplo, ela comentou que “só tem um dia e um horário de apresentação específico para pessoas com deficiência visual”. “Quando fui, há três anos, não pude escolher o horário mais conveniente”, disse. A cantora defendeu, ainda, que haja uma ação mais inclusiva nesses eventos. “Quando destinam apresentações específicas para pessoas com deficiência, muitas vezes, separa-se famílias”, pontuou.

    Produtor do Coquetel Molotov, Jamerson Lima lamentou o fato de o festival realizado no ano passado, no Recife, não ter atendido a todos os requisitos de acessibilidade. “Vim hoje para entender como podemos trabalhar de forma mais efetiva para receber todos nos nossos eventos”, declarou. “Não porque a lei obriga, mas porque concordamos que a sociedade precisa parar de ignorar as pessoas com deficiência”, completou.

    Audiodescritora, Patrícia Pordeus ponderou que “a falta de público com deficiência nos eventos, colocada como justificativa para o não investimento em ferramentas inclusivas, é reflexo da falta de acessibilidade”. “Não é necessário que o público esteja lá para se garantir. É preciso estar preparado para recebê-lo”, frisou. Já o professor de libras da Universidade de Pernambuco (UPE), Luiz Albérico Falcão criticou a escassez de formação no idioma no Estado e pontuou, ainda, que é preciso investir no ensino de libras já nas escolas.

    O professor também reprovou a gestão de saúde estadual, que, na sua avaliação, deveria realizar os exames necessários para detecção de deficiências auditivas e encaminhar a família para o aprendizado das libras. Mencionou, ainda, o seu canal no Youtube para aprendizado no idioma: Libras Pernambuco.

    Do Núcleo Educativo do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Gabriela Severien destacou os obstáculos que a arquitetura de prédios antigos pode representar para a acessibilidade. “Um edifício do século 17 é lindo, mas precisa estar no século 21, e para isso é necessário adaptá-lo”, argumentou. “Com a inclusão de uma rampa ou elevador, nem sempre vai ficar bonito, mas a prioridade deve ser a eficiência”. José Diniz, da Associação Pernambucana de Cegos, e a defensora pública do Estado Leda Pessoa também participaram da reunião. Ela vai representar o órgão nos próximos encontros.

    Fonte: Informe PE

  • Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe)

    Na instituição, Manuel Aguiar prestou o serviço de assessoria e consultoria técnica para o desenvolvimento e implantação do programa “Diversidade Humana”, com foco nas pessoas com necessidades específicas.

  • Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf)

    Coordenou o Comitê de Acessibilidade e Inclusão e o Programa Acessibilidade: Estratégia para Inclusão; ferramentas direcionadas para a preparação da empresa na contratação e convivência com o profissional com necessidades específicas

  • Empresa Metropolitana e Rodoviária Caxangá

    Manuel Aguiar ministrou o treinamento “Conheça e Vivencie as Diferenças” para a equipe de operação, supervisores, técnicos de RH, motoristas e cobradores das empresas Metropolitana e Rodoviária Caxangá, dentro da programação do Módulo Complementar ao Programa de Atendimento Nota 10.

  • Fundação Chesf de Assistência e Seguridade Social (Fachesf)

    Atuou como consultor técnico na elaboração e implementação do “Programa de Valorização à Diversidade Humana”, com o objetivo de preparar a fundação para contratação e inter-relacionamento com o profissional com necessidades específicas.

  • Jovem com deficiência aprovada em universidade federal pode perder a vaga por problema em sistema do Inep

    A paraibana Bruna Andressa da Costa, de 19 anos, foi aprovada em relações internacionais na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), na cota para pessoas com deficiência que tenham estudado em escola pública. Ela teme, no entanto, ter perdido a oportunidade de ingressar no ensino superior por causa de uma falha no site do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

    Para fazer a matrícula na instituição de ensino, ela precisava apresentar os documentos exigidos pela UFPB até terça-feira (6), ao meio-dia - dentre eles, um certificado de conclusão do ensino médio. No entanto, por problemas no sistema do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ela não conseguiu emitir a declaração a tempo. Consequentemente, corre o risco de perder a vaga.

    Bruna tem distrofia muscular de cintura e tetraparesia - perda parcial das funções motoras dos membros inferiores ou superiores. "Antigamente, eu andava. Hoje em dia, não consigo segurar meu pescoço", afirma.

    A jovem não terminou os estudos na idade correta e prestou o Encceja, na parte de matemática, para tentar obter o diploma do ensino médio. Ela conseguiu atingir a nota mínima no exame e foi aprovada, ou seja, poderia emitir o documento e fazer a matrícula na faculdade. O problema é que, por uma falha técnica que atingiu mais de 150 mil candidatos, a jovem só conseguiu descobrir sua nota na prova às 12h desta quarta-feira (7). O prazo na UFPB terminou nesse mesmo horário do dia anterior, 6 de fevereiro, conforme o edital. Os resultados deveriam estar disponíveis desde segunda-feira (5).

    "Vou tentar recorrer. Mas não tenho muita esperança", diz Bruna.

    O Inep havia declarado que até a meia-noite desta quarta (7) o problema no sistema estaria resolvido e todos os candidados do Encceja do ensino médio poderiam saber se foram aprovados ou não. A falha persistiu pela manhã e algumas pessoas que fizeram o exame só conseguiam visualizar suas notas da redação e de duas das quatro provas (ciências da natureza, ciências humanas, matemática e linguagens).

    O G1 entrou em contato com o Inep, mas ainda não obteve resposta.

    De acordo com a UFPB, bastaria que o candidato apresentasse seu boletim de notas no Encceja para poder fazer a matrícula, já que a emissão do diploma leva mais tempo. O aluno teria, depois disso, 120 dias para apresentar o documento oficial, emitido pelas secretarias estaduais de educação.

    Segundo o edital, "não será realizado sob hipótese nenhuma o cadastramento do candidato fora do prazo e horários estabelecidos pelo cronograma". Bruna irá pessoalmente à faculdade para explicar a situação e tentar fazer a matrícula mesmo após a expiração do prazo.

    Cotas para pessoas com deficiência

    O curso de relações internacionais da UFPB oferece duas vagas para ex-alunos de escola pública que tenham deficiência e renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo. Bruna foi a única aprovada, com nota 614,16 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

    Fonte: G1

  • Número de pessoas com deficiência em sala de aula aumenta, mas não é o suficiente

    Dados coletados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), mostram que hoje existem 750.983 estudantes com algum tipo de deficiência convivendo com os demais alunos nas escolas de todo o Brasil. O número é 6,5 vezes maior que o apurado em 2005. Segundo Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, esses resultados são reflexos de uma maior conscientização da população sobre o assunto, aliada as políticas públicas dos últimos anos, e são o começo de um longo caminho.

    Outro fator que contribui para esse aumento, foi a Lei Brasileira da Pessoa com Deficiência (ou Estatuto da Pessoa com Deficiência), aprovada em 2015. A lei tem como objetivo assegurar e promover, em condições iguais, o exercício dos direitos e liberdades da pessoa com deficiência, visando essa inclusão social e cidadã.  Por isso, ela proíbe a cobrança de valores adicionais nas matrículas e mensalidades por parte das escolas particulares em casos de alunos com deficiência. “São números significativos, mas há muito trabalho a ser feito, não só por parte das escolas e da comunidade, mas também dos governantes. É necessário que continuem investindo em políticas públicas, conscientização e estrutura, para que essas pessoas tenham   acesso à educação igual aos demais”, comenta.

    Apesar das boas notícias, Ana Regina alerta para as dificuldades da inclusão efetiva nas escolas, como a falta de capacitação por parte do corpo docente, que em sua grande maioria não está preparado para receber pessoas com deficiência. E a falta de conhecimento sobre as características das deficiências por parte dos alunos e do meio em geral, que também dificultam esse processo. “Como eu disse, estamos caminhando, mas precisamos melhorar em muitos aspectos. Quanto as escolas é fundamental que haja uma capacitação dos professores para atender esse aluno. E quanto aos alunos, é necessário que haja uma explicação, uma conscientização da turma sobre aquela deficiência, para que eles possam incluir aquela criança da melhor forma possível”, finaliza a especialista.

    Infraestrutura

    Apesar do aumento no número de matrícula de pessoas com deficiências em escolas de todo o país, o levantamento aponta que apenas 26% das escolas públicas são acessíveis, nas escolas particulares esse número sobre um pouco mais, 35%. O número é significativo, já que em 2011 ele era de 11%, mas segundo a psicopedagoga está longe de ser o ideal e muito precisa ser feito. “Hoje existem algumas políticas públicas e um trabalho maior de conscientização das pessoas em relação ao tema, isso tem ajudado nessas mudanças, mas infelizmente não é o suficiente”, esclarece.

    Fonte: O Nortão

  • Prefeitura de Gravatá

    Manuel Aguiar foi idealizador, coordenador e instrutor do seminário “Acessibilidade, caminho para a inclusão”, promovido pela Prefeitura de Gravatá e voltado para a sociedade civil e representantes de instituições públicas, privadas e não governamentais do município pernambucano.

  • Secretário Nacional da Pessoa com Deficiência analisa acessibilidade em Fernando de Noronha

    Fernando de Noronha tem passado por mudanças para melhorar as condições para receber pessoas com deficiência. Algumas pousadas foram adaptadas, os profissionais de restaurantes foram treinados.  A Praia do Sueste tem uma cadeira especial para o banho, fruto do projeto Praia sem Barreiras, e uma rampa foi instalada até o Mirante dos Dois Irmãos.  Na ilha também é possível fazer o mergulho autônomo, com instrutores capacitados para atender os visitantes com necessidades especiais. O secretário Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marco Antônio Pellegrini (foto acima), esteve em Noronha e analisou a situação atual.

    A visita foi feita a convite do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio), que neste mês de setembro está festejando os 29 anos de criação do Parque Nacional Marinho.  A programação de aniversário tem como tema central é a acessibilidade.

    Marco Antônio Pellegrini 

    “Eu tive uma grata surpresa, Fernando de Noronha é lugar um voltado para o turismo que tem avançado na questão da acessibilidade. Tem também o interesse em melhorar o acesso para os moradores. Essa infraestrutura nasce a partir das pessoas com deficiência, mas também serve para os idosos, as crianças, as pessoas com mobilidade reduzidas”, disse Pellegrini.

    O secretário hospedou-se na Pousada Zé Maria, um do estabelecimento preparado para receber pessoas com necessidades especiais. “Eu consegui ir a qualquer lugar da pousada. Além da questão arquitetônica, tem a atitude dos profissionais em ajudar as pessoas, estão de parabéns”, analisou.

    Desafios 

    O secretário é tetraplégico, Marco Antônio Pellegrini foi assaltado e levou um tirou há 26 anos, quando perdeu os movimentos. “Naquele momento preferir não me aposentar, eu sou funcionário do Metrô de São Paulo, e passei a ser um exemplo. Acabei indo trabalhar no Governo do Estado e depois fui convidado para contribuir junto o Governo Federal, é um desafio“, falou.

    “Nós temos visto muito preconceito, a deficiência é transversal, pega qualquer um. A pessoa com deficiência não tem cor, raça, gênero, religião, idade, nível social. É importante aprender a tratar as diferenças, é educativo. Não é apenas uma ação de Governo, é uma ação de Estado. Os empresários devem oferecer os serviços e as politicas públicas devem atender as necessidades”, afirmou o secretário.

    O último Censo indicou que 40 milhões pessoas se declararam com algum tipo deficiência no Brasil. No mundo os dados indicam que um bilhão de pessoas têm necessidades especiais.

    Fonte: Globo.com

  • Setur/Empetur

    Manuel Aguiar foi consultor e responsável pela capacitação de gestores e dos monitores do projeto “Praia sem Barreiras” em Recife, Olinda, Porto de Galinhas e Fernando de Noronha. Atuou como idealizador e instrutor das oficinas “Convivendo com as diferenças e suas singularidades” e da cartilha “Dicas para uma convivência descontraída”, voltada para hotéis, restaurantes e bares do Recife, Olinda e Porto de Galinhas. Realizou também consultoria técnica para a Empetur visando o diagnóstico de rota acessível até o Centro de Convenções.

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