Reconhecer as Diferenças

Estamos vivendo um momento histórico muito importante. Vários segmentos sociais lutam por sua plena inclusão. É o que acontece com as mulheres, negros, sem-terra e tantos outros excluídos. Embora não tenham conseguido plenamente sua inclusão na sociedade, muitos já avançaram.

Como esses, há outro grupo de excluídos – as pessoas com necessidades específicas - que muitas vezes não têm acesso integral aos direitos que são assegurados pela Constituição Brasileira a todos: educação, saúde, trabalho, ao ir e vir, ao transporte coletivo, esporte, cultura e lazer.

O Brasil detém uma das mais completas legislações garantidora desses direitos. Todavia, apesar delas, por preconceitos e estigmas ainda arraigados, que continuam corroborando a “Cultura da Invalidez”, a sociedade exclui as pessoas que considera diferentes.

Precisamos, então, conhecer, reconhecer e valorizar as singularidades de cada um dos que vivem ao nosso redor, suas competências e habilidades, excluídos por nossa própria ação. Para transformar esta realidade excludente, faz-se indispensável resignificar esta percepção discriminatória do outro, do diferente, efetivando a cultura da acessibilidade e inclusão.

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